Notícia 23/05/2017

PE: Mais de 900 mil pessoas ainda precisam ser vacinadas contra gripe

Campanha de imunização contra influenza termina na sexta-feira (26). Segundo a Secretaria de Saúde, falta vacinar 39% do total de pessoas incluídas nos grupos prioritários. 
Na última semana para vacinação contra a influenza, que termina na sexta-feira (26), mais de 900 mil pessoas ainda precisam se vacinar, de acordo com a Secretaria de Saúde de Pernambuco. Até a manhã desta segunda-feira (22), 1.422.692 pernambucanos tinham sido imunizados contra a gripe, o que representa 61% das 2.329.874 pessoas incluídas nos grupos prioritários da campanha. A meta estadual de imunização é ao 90% do total. 
Estão nos grupos prioritários os idosos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, professores dos ensinos básico e superior de escolas públicas e privadas, além de profissionais de saúde. 
Quem tomou no ano passado e continua dentro dos grupos prioritários também deve ser imunizado. Não deve tomar a vacina quem está com febre. Pessoas com história de alergia a ovo, que apresentem apenas urticária após a exposição, podem receber a vacina da influenza mediante adoção de medidas de segurança. 
A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores, bem como a qualquer componente da vacina ou alergia comprovada grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. 
De acordo com o Ministério da Saúde, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias, de 39% a 75% a mortalidade global e em, aproximadamente, 50% nas doenças relacionadas à influenza. 
Síndrome respiratória 
No período de 1º de janeiro a 13 de maio deste ano, Pernambuco notificou 716 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), situação em que há necessidade de internação de pacientes com febre, tosse ou dor de garganta associado à dispneia ou desconforto respiratório. 
Esse número é 9,8% maior do que as notificações realizadas no mesmo período de 2016, com 652 pacientes. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde (SES). 
Dos casos de SRAG este ano, 52 tiveram resultado laboratorial positivo para influenza A(H3N2), sendo 17 em menores de 2 anos (32,7%) e 15 na população a partir dos 60 anos (28,8), com um óbito. Ainda foram confirmados 12 ocorrências para influenza B. 

Fonte: (G1)

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