MS: Campo Grande tem 13 casos confirmados de influenza

04/05/2018 | 08:31

 

Outros sete registros positivos foram em Aquidauana, Ivinhema, Jardim, Naviraí e Nioaque. 
Novo boletim epidemiológico aponta 214 casos notificados da Influenza, em Mato Grosso do Sul. Deste número, 153 são em Campo Grande, tendo 13 casos confirmados da doença. Outros sete registros positivos foram em Aquidauana, Ivinhema, Jardim, Naviraí e Nioaque, ainda de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES). 
Em investigação desde a semana anterior, existe o caso de um bebê de três meses, que estava internado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da capital sul-mato-grossense. O examo do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MS) apontou negativo e agora será necessário a necropsia. 
Conforme a Secretaria, o critério para notificação é o paciente ser internado e ter alguns sintomas característicos. Outra tabela que foi realizada aponta casos de positividades para a Influenza, porém que foram tratados em casa, tendo amostras coletas até para controle de circulação viral. 
No dia 19 de abril, uma advogada de 30 anos morreu vítima do vírus H3N2. Ela estava internada na Santa Casa de Naviraí, a 350 km de Campo Grande. Segundo o secretário de saúde do município, Edvan Thiago Barros Barbosa, ela já tinha sido classificada como paciente de risco e estava aguardando o atendimento, 15 minutos após chegar na unidade hospitalar. 
Campanha 
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, em Mato Grosso do Sul, começou no dia 23 de abril e tem como público alvo imunizar 737.395 mil pessoas. A meta é vacinar pelo menos 90% do público alvo, o que representa 663.656 mil pessoas. 
Segundo a SES, a campanha vai até o dia 1° de junho e no dia 12 de maio será realizado o dia de mobilização nacional, o Dia D. Para os demais grupos, a campanha estará disponível apenas no dia 21 de maio. 
Fazem parte do público alvo: crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas, professores, profissionais da saúde, povos indígenas, indivíduos com 60 anos ou mais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população carcerária e funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independente da idade.

Fonte: (Graziela Rezende - G1